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	<title>Buzz Digital</title>
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	<description>marketing, inovação e empreendedorismo</description>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 15:14:31 +0000</pubDate>
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		<title>Empreendedores nascem da experiência de vida.</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 17:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente se pergunta a mesma questão: Por que alguns são empreendedores e outros não? É algo que já vem à nascença? Jeff Cornwall, diretor do Centro de Empreendedorismo da Belmont University diz que não, que o empreendedorismo não tem nada a ver com os genes que nos acompanham quando saimos da barriga da nossa mãe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Jeff Cornwall*</em></p>
<p>Muita gente se pergunta a mesma questão: Por que alguns são empreendedores e outros não? É algo que já vem à nascença?</p>
<p>Antes de mais nada vamos acabar com a lenda. Empreendedorismo não vem nos nossos genes. Enquanto algumas pessoas ainda tentam provar que empreendedorismo é algo inato, até hoje nenhum estudo conseguiu mostrar que há alguma ligação entre a natureza e a inclinação empreendedora para assumir riscos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-399" title="jumping" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/09/jumping.jpg" alt="jumping" width="650" height="431" /></p>
<p>Experiência de vida é o que faz as pessoas serem empreendedoras. Para alguns de nós isso vem da nossa convivência familiar. Eu fui picado pelo bicho do empreendedorismo quando ainda era muito novo, devido a estar envolvido nos negócios da família. Tive a grande sorte de poder ter um papel em vários desses negócios, desde tocar uma marina num lago no estado de Wisconsin até trabalhar numa fábrica de caixas de papelão que o meu pai abriu com um sócio.<br />
Para outros, o empreendedorismo é o resultado de uma crise de carreira. Como podemos ver hoje em dia, o desemprego pode ser um fator bastante motivador. Muitas pessoas acabam ficando quase sem opções no mercado de trabalho e são empurrados naturalmente para o auto-emprego. Em outros casos, seguir a carreira de empreendedor acaba por ser um caminho natural para poder sair de um emprego frustrante ou uma carreira que não dá nenhum sentimento de realização.<br />
Empreendedorismo pode também ser o resultado de um desejo insaciável de transformar uma atividade de lazer desenvolvida durante anos, num modo de ganhar a vida.</p>
<p>Algo que não podemos ignorar de maneira alguma é o papel cultural na formação de um empreendedor. Como vemos em muitos estudos, a cultura em que vivemos pode ter uma influência poderosa na criação de novas empresas e no modo como pode se desenvolver uma economia baseada no empreendedorismo.<br />
A auto-confiança é um fator dominante por várias gerações presentes na nossa cultura e foi responsável por gerar tantos empreendedores Americanos.</p>
<p>O empreendedorismo é muito mais paixão do que personalidade. Nós não nascemos com esta paixão, ela vem das nossas experiências, do nosso trabalho, da nossa família, das nossas atividades de lazer, de todas as pessoas que vivem à nossa volta, dos talentos que fomos desenvolvendo e da nossa cultura.</p>
<p>Há um momento em que os empreendedores sentem o fogo arder internamente e esta é a hora de se lançar.</p>
<p>Eu aprendi durante a vida que não posso fazer ninguém escolher o caminho do empreendedorismo. Na verdade nem posso inspirar alguém a ter uma carreira como empreendedor se esta pessoa ainda não sentiu arder o tal fogo. Para isso acontecer, o fogo tem que estar ardendo insuportavelmente dentro da sua barriga.<br />
De vez em quando eu tenho que por um pouco de combustível naquele fogo ou então ajudar a pessoa encontrar o que já está lá. E a partir do momento que a pessoa sente o fogo do empreendedorismo o meu trabalho é ajudar a aumentar as chances de sucesso. Isso passa por alinhar o processo da melhor maneira possível, definindo a oportunidade de negócio com maior exatidão, assegurando os recursos necessários, planejando a empreitada e gerindo o crescimento de maneira efetiva. Isso pode aumentar de maneira significativa as chances de sucesso financeiro de um empreendedor.</p>
<p>Por isso, voltando a pergunta, a resposta é: Empreendedores não nascem e nem são fabricados da noite para o dia. Eles são desenvolvidos. O empreendedorismo é uma carreira que vem das experiências de vida.</p>
<p><em>*Jeff Cornwall é diretor do Centro de Empreendedorismo da Belmont University e da Massey Chair Empreendedorismo. Ele escreve artigos que relatam o que é a vida de empresários e aspirantes a empresários. Se quiser pode acessar o <a href="http://www.drjeffcornwall.com">seu blog em inglês</a>.<br />
</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Competindo com gente determinada</title>
		<link>http://buzz-digital.net/competindo-com-gente-determinada/</link>
		<comments>http://buzz-digital.net/competindo-com-gente-determinada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 22:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Seth Godin]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acha que o consumidor tem tempo para esperar? Que ele vai ficar ali sentado para saber quando é que a sua marca vai resolver acelerar para surpreendê-lo? É melhor começar a mudar de ideia, principalmente quando os concorrentes correm online cada vez mais rápido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-377 alignright" title="determina2" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/09/determina2.jpg" alt="determina2" width="360" height="241" /></p>
<p><em>por Seth Godin*</em></p>
<p>Estive conversando com alguns executivos das maiores empresas de tecnologia da Europa e eles estavam tentando explicar como vivem de mãos atadas quando se trata de dar o passo adiante em relação à internet. Diziam que estavam fazendo o melhor que podiam de acordo com as circunstâncias, mas que haviam áreas das suas empresas que tinham que ser protegidas, preços que tinham que ser suportados e vacas sagradas que não podiam ser tocadas. Além do mais, argumentavam como poderiam fazer essa revolução nas suas empresas apenas para ter uma posição online bem sucedida.</p>
<p>Este tipo de conversa acontece todos os dias nas grande e pequenas empresas. Você quer inovar, dar um passo arrojado, mas ao mesmo tempo de uma maneira mensurável e racional.</p>
<p>O que é genial, desde que a concorrência não discorde.</p>
<p>Quando você tem algum competidor querendo alcançar o ponto A sem se preocupar com o B e o C, na maioria das vezes ele vai te vencer na chegada ao ponto A. Se tratando de internet, isso quase sempre leva à morte, principalmente porque a única preocupação que as empresas têm é ficar grande às custas do lucro, ou escritores querendo virar notícia às custas da ética e da reputação. Mas nessa corrida por resultados a curto prazo, essas marcas e pessoas determinadas acabam por ter uma fantástica vantagem. Inclusive em algumas vezes o seu foco e a determinação para atingir apenas um ponto (seja ele qual for) acaba por levá-las muito a frente da sua posição, e sim, eles vão fazer um monte de dinheiro e você nunca mais alcançá-los.</p>
<p>Jornais, revistas, redes de TV, agentes imobiliários, livrarias, agentes de seguros, galerias de arte e outras quinhentas indústrias precisam pensar seriamente o que fazer antes que seja tarde.</p>
<p><em>*SETH GODIN é um autor top de vendas, empreendedor e agente de mudança. Seth já publicou 10 livros que ficaram entre os mais vendidos em vários países, entre eles A Vaca Roxa, O Futuro Não é Mais o Mesmo, O Melhor do Mundo, Brinde Grátis (Brasil), A Vaca Púrpura, Ponto Morto e o seu último sucesso Tribos (Portugal). O seu livro Marketing de Permissão ganhou o Top 100 mais vendidos do ano na Amazon.com, o melhor livro de negócios da revista Fortune, esteve quatro meses no lista dos mais vendidos da revista BusinessWeek e também apareceu entre os mais vendidos do NY Times. Escreveu o livro Ideavirus e disponibilizou para download gratuito, sendo baixado mais de 1 milhão de vezes. Seth é um palestrante reconhecido e bem cotado entre as empresas que buscam a mudança. Se quiser saber mais sobre ele, visite o <a href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">blog do Seth</a>.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Andy Liu agora no Buzz Digital</title>
		<link>http://buzz-digital.net/andy-liu-agora-no-buzz-digital/</link>
		<comments>http://buzz-digital.net/andy-liu-agora-no-buzz-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Andy Liu]]></category>

		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Andy Liu é um empreendedor, investidor de empresas embrionárias e também responsável pelo blog Inspired Startup. Fazia tempo que estávamos a espera da sua resposta e felizmente já estamos autorizados a publicar o seu conteúdo. Que o Andy seja bem-vindo e que aproveitem o seu trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Will Gama</p>
<p>É um prazer comunicar que mais um colaborador acaba de ingressar no time do buzz-digital.net e o seu nome é Andy Liu. Um empreendedor que participa em várias empresas, além de ser um business angel (investidor de empresas em início de vida) e ser o responsável pelo blog <a class="aligncenter" href="http://www.inspiredstartup.com/" target="_blank">Inspired Startup</a></p>
<p>A sua colaboração vai começar com um artigo bastante sintonizado com o momento em que vivemos.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="wrongway" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/08/wrongway.jpg" alt="wrongway" width="168" height="340" />10 RAZÕES PARA NÃO COMEÇAR UM NEGÓCIO HOJE.</strong></p>
<p>por Andy Liu</p>
<p>Se você está pensando em iniciar um negócio agora, aqui estão 10 razões para que reconsidere sua ideia.<br />
1. A economia não está nada boa e ainda vai piorar antes de melhorar</p>
<p>2. Se você tem um emprego é melhor ficar aí quietinho o máximo que puder. Ter um salário no final do mês é que vale.</p>
<p>3. Francamente, tocar um negócio é um desafio 24 horas por dia / 7 dias por semana. A coisa é mesmo dura, não há muita maneira de evitar isso. Pode esperar stress, perda de cabelo e um grande cansaço.</p>
<p>4. A contabilidade não perdoa, se o dinheiro não entrar você não vai poder culpar seu chefe por uma performance pobre.</p>
<p>5. As pessoas são instáveis, vão deixar de te amar e passar a odiar em uma fração de segundos. Pode esperar para lidar com gente difícil, consumidores horríveis, casos na justiça, empregados complicados e finalmente a enorme quantidade de problemas pessoais dos outros.</p>
<p>6. Vai levar pelo menos 1 ano à frente do negócio para perceber como vencer e outro para fazer isso acontecer.</p>
<p>7. Que financiamento? Melhor evitá-lo.</p>
<p>8. É muito melhor sentar na praia e esperar que a economia melhore. Como quase todos os negócios não dão certo, ao menos assim pode evitar um fracasso.</p>
<p>9. É uma ideia muito solitária porque ninguém está começando um negócio nesse momento.</p>
<p>10. O governo continua gastando dinheiro e por isso é justo que, você contribuinte, leve a sua fatia.</p>
<p>Na minha opinião, se abrir uma empresa neste momento significa que você é um louco estúpido ou então é um empreendedor. Talvez um pouco dos dois. Os melhores empreendedores são conscientes dos riscos em seu caminho. Mas mesmo assim seguem sonhando, criando uma visão e é claro, partem para ação. Não importa quem você seja, eu respeito todos vocês que correm o risco e saltam com ambos os pés. Isso nunca é fácil, mas a viagem vale a pena. Abaixo, diga a razão pela qual você está considerando mergulhar independente dos desafios. Ou então, se você não vai começar algo novo agora, por que não?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quer mesmo saber o que são as mídias sociais?</title>
		<link>http://buzz-digital.net/quer-mesmo-saber-o-que-sao-as-midias-sociais/</link>
		<comments>http://buzz-digital.net/quer-mesmo-saber-o-que-sao-as-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 10:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas das apresentações são mais básicas, outras muito mais completas. Vale a pena investir um pouco de tempo para explorar o conteúdo que traz muita informação esclarecedora sobre o funcionamento das redes socias e de como as marcas podem tirar proveito delas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Will Gama</em></p>
<p>Já faz algum tempo que sou viciado no <a href="http://www.slideshare.net" target="_blank">slideshare</a>, um site que além de ter muita informação útil vem num formato de apresentação, alguns  no estilo pobrezinho PowerPoint e outros que recorrem a um estilo mais evoluído, como se estivessem a contar uma história de forma leve. Claro que é necessário garimpar um pouco, mas se for diretamente<a href="http://www.slideshare.net/most-favorited/all-time" target="_blank"> aos favoritos</a> provavelmente vai encontrar muita coisa interessante.</p>
<p>A seguir poderão ver as 12 apresentações mais vistas sobre mídias sociais (em inglês).</p>
<div id="__ss_35304" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Social Media" href="http://www.slideshare.net/wah17/social-media-35304">Social Media</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-media-35304-18552&amp;stripped_title=social-media-35304" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-media-35304-18552&amp;stripped_title=social-media-35304" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/wah17">Alex Wong</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_164245" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Social Media Measurement" href="http://www.slideshare.net/themoleskin/social-media-measurement">Social Media Measurement</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-media-measurement-1194927971277530-2&amp;stripped_title=social-media-measurement" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-media-measurement-1194927971277530-2&amp;stripped_title=social-media-measurement" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/themoleskin">Kelsey Ruger</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_496437" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="What The F**K is Social Media?" href="http://www.slideshare.net/mzkagan/what-the-fk-social-media">What The F**K is Social Media?</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=whatthefissocialmedia070208-1215026815612657-8&amp;stripped_title=what-the-fk-social-media" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=whatthefissocialmedia070208-1215026815612657-8&amp;stripped_title=what-the-fk-social-media" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/mzkagan">Marta Kagan</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_1729300" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="What the F**K is Social Media: One Year Later" href="http://www.slideshare.net/mzkagan/what-the-fk-is-social-media-one-year-later">What the F**K is Social Media: One Year Later</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=wtfissocialmedia5-090716070117-phpapp01&amp;stripped_title=what-the-fk-is-social-media-one-year-later" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=wtfissocialmedia5-090716070117-phpapp01&amp;stripped_title=what-the-fk-is-social-media-one-year-later" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/mzkagan">Marta Kagan</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_5316" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Web 2.0" href="http://www.slideshare.net/satyajeet_02/web-20-5316">Web 2.0</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=web-20-5316-25603&amp;stripped_title=web-20-5316" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=web-20-5316-25603&amp;stripped_title=web-20-5316" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/satyajeet_02">Satyajeet Singh</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_31979" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Introducing Web 2.0 concepts" href="http://www.slideshare.net/jlewis/introducing-web-20-concepts">Introducing Web 2.0 concepts</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=introducing-web-20-concepts-22220&amp;stripped_title=introducing-web-20-concepts" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=introducing-web-20-concepts-22220&amp;stripped_title=introducing-web-20-concepts" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/jlewis">John Lewis</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_185643" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Social network websites: best practices from leading services" href="http://www.slideshare.net/faberNovel/social-network-websites-best-practices-from-leading-services">Social network websites: best practices from leading services</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-network-websites-best-practices-from-leading-services-1196348972749926-4&amp;stripped_title=social-network-websites-best-practices-from-leading-services" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-network-websites-best-practices-from-leading-services-1196348972749926-4&amp;stripped_title=social-network-websites-best-practices-from-leading-services" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/faberNovel">faberNovel</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_40556" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="I Am The Media" href="http://www.slideshare.net/alainthys/i-am-the-media">I Am The Media</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=i-am-the-media-5057&amp;stripped_title=i-am-the-media" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=i-am-the-media-5057&amp;stripped_title=i-am-the-media" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/alainthys">Alain Thys</a>.</div>
</div>
<div id="__ss_32907" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Social Media Optimization: An Easy Guide to Marketing and Promoting Your Blog" href="http://www.slideshare.net/rohitbhargava/social-media-optimization-an-easy-guide-to-marketing-and-promoting-your-blog">Social Media Optimization: An Easy Guide to Marketing and Promoting Your Blog</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-media-optimization-an-easy-guide-to-marketing-and-promoting-your-blog-4911&amp;stripped_title=social-media-optimization-an-easy-guide-to-marketing-and-promoting-your-blog" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=social-media-optimization-an-easy-guide-to-marketing-and-promoting-your-blog-4911&amp;stripped_title=social-media-optimization-an-easy-guide-to-marketing-and-promoting-your-blog" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/rohitbhargava">Rohit Bhargava</a>.</div>
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		<title>E então aceitaremos a realidade do progresso</title>
		<link>http://buzz-digital.net/e-entao-aceitaremos-a-realidade-do-progresso/</link>
		<comments>http://buzz-digital.net/e-entao-aceitaremos-a-realidade-do-progresso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Kevin Kelly]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou otimista apenas por um motivo, que por definição é o único que pode nos deixar otimistas: o futuro. Quando faço as contas dos mais e menos do mundo, eu vejo progresso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Kevin Kelly*</em></p>
<p>Estou otimista apenas por um motivo, que por definição é o único que pode nos deixar otimistas: o futuro. Quando faço as contas dos mais e menos do mundo, eu vejo progresso. O amanhã parece melhor do que o hoje. Não falo apenas de progresso para mim, mas em conjunto para todos no planeta e na média individual.</p>
<p>Nenhuma pessoa com alguma sanidade mental pode ignorar as melhoras nas doenças do planeta. As doenças do meio ambiente, das diferenças sociais, da guerra, da pobreza, da ignorância e as doenças do corpo e da alma de bilhões de habitantes do planeta não passam desapercebidas. Nenhuma pessoa racional pode ignorar as novas doenças que são cultivadas através das nossas invenções e atividades, incluindo doenças geradas pela nossa boa vontade em querer curar outras velhas doenças.</p>
<p>A destruição contínua de coisas e pessoas boas parece incansável. E é. Mas o surgimento de coisas boas também é incansável. Quem pode argumentar a respeito dos milagres dos antibióticos, mesmo eles sendo receitados mais do que deveriam? A eletricidade? Rádio? A lista de coisas positivas é inesgotável. Mesmo com os seus pontos menos positivos. Nós acabamos demonstrando o seu valor ao comprar essas coisas em grandes quantidades. E para combater doenças já conhecidas continuamos a inventar novas soluções. Algumas delas acabam sendo piores do que o problema para o qual foram supostamente criadas para solucionar, mas isso é apenas a minha observação sobre produtos sem valor acrescentado. Com o tempo as novas soluções vão sendo melhoradas e lentamente superam o problema que deveriam solucionar.</p>
<p>Como disse uma vez Rabbi Zalman Schacter-Shalomi, &#8220;Há mais coisas boas do que más no mundo, mas não muito.&#8221; Inesperadamente, o &#8220;não muito&#8221; é tudo o que você precisa para fazer com que as coisas melhorem, assim se forma a cultura. O mundo precisa ser apenas 1% (ou um décimo de um 1%) melhor a cada dia para formar uma civilização. Desde que nós criemos a cada ano 1% a mais do que destruímos, estamos progredindo. Esse delta é tão pequeno que parece imperceptível, particularmente quando confrontado com os 49% de morte e destruição que são esfregados na nossa cara todos os dias. Mesmo assim, com essa minúscula, magra e envergonhada diferença está havendo progresso. Mas será que há realmente esse 1% de melhoramento? Acho que a única prova que temos é o comportamento das pessoas. Quando paramos para tentar perceber de verdade a vida das pessoas, vemos inevitavelmente que caminham em direção a uma maior oportunidade de escolha, mais opções e uma melhora significativa nas possibilidades oferecidas pelo futuro.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-329" title="futuro4" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/08/futuro4.jpg" alt="futuro4" width="600" height="353" /></p>
<p>Não conheço ninguém que já tenha descoberto como viver no futuro. Talvez um dia inventaremos máquinas baratas que nos permitirão passar férias cem anos futuro a dentro. Neste exato momento se queremos viver no &#8220;amanhã&#8221;—naquele lugar que é um pouco melhor do que o hoje—o melhor que podemos fazer é viver na cidade com o aspecto mais moderno do mundo. As cidades são onde o futuro acontece. É onde estão as melhores oportunidades e possibilidades. Todos os dias um milhão de pessoas mudam do interior para as cidades. Essa viagem é muito mais uma viagem no tempo do que no espaço.</p>
<p>Esses emigrantes estão realmente mudando para anos a frente no tempo. Mudando de vilas medievais para os espaços urbanos do século 21. As doenças das favelas onde eles vão parar são bem visíveis e não impedem a chegada de mais pessoas. Eles continuam vindo, da mesma maneira que todos nós fizemos, por um ligeiro aumento de oportunidades e escolhas que não tínhamos no passado. É exatamente o mesmo motivo pelo qual nós fizemos essa mudança, para ter mais 1% de escolha.</p>
<p>Voltar ao passado nunca foi tão fácil. Os cidadãos de países em desenvolvimento apenas precisam ir até as suas cidadezinhas para ter contato e viver as velhas tradições num estilo de vida limitado. Se eles quiserem de verdade, podem viver sem nenhuma dessas tecnologias modernas que temos. Por sua vez, os cidadãos do mundo desenvolvido podem comprar um bilhete e em menos de 24 horas estar hospedados numa cabana no meio do mato no Nepal ou no deserto do Mali. Se você faz questão de abrir mão das variadas opções no mundo à sua volta, pode adotar aquelas limitações e viver o resto da sua vida lá. Inclusive você pode escolher o período do tempo onde quer viver. Se você acredita que o pico da nossa existência foi alcançando no período Neolítico, pode ir viver acampado na selva Amazônica. Se suspeita que os tempos dourados foram na última década do século 19 pode ir viver no meio dos Amish. Nós temos a inacreditável oportunidade de viajar até o passado, mas o incrível é como tão poucas pessoas querem realmente viver lá. Exceto alguns raros casos, ninguém faz questão. No lugar disso, em todo o mundo, em todos os períodos históricos e em todas as culturas as pessoas correram em direção ao futuro das &#8220;melhoras mínimas de oportunidades&#8221; o mais rápido que puderam.</p>
<p>Por que? Porque o futuro é ligeiramente melhor do que o passado. E o amanhã vai ser ligeiramente melhor do que o hoje. E enquanto as ações de todo mundo confirmam a realidade essencial do progresso, curiosamente nós fazemos de tudo para não admitir em público o mesmo progresso. Eu estou otimista sobre os anos que vem pela frente, porque finalmente vamos aceitar a realidade do progresso e quem sabe viver melhor no presente.</p>
<p class="western" align="left"><em>*Kevin Kelly é “andarilho sênior” da revista </em><span class="misspell">Wired</span><em>. Ele ajudou a lançar a </em><span class="misspell">Wired</span><em> em 1993, e serviu como seu editor executivo até janeiro de 1999. Atualmente, é editor e </em><span class="misspell">publisher</span><em> do site <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.kk.org/cooltools/"><span style="text-decoration: underline;">Cool <span class="misspell">Tools</span></span></a></span>, que recebe um milhão de visitantes por mês. De 1984 a 1990, Kelly foi </em><span class="misspell">publisher</span><em> e editor do</em> <span class="misspell">Whole</span> <span class="misspell">Earth</span> <span class="misspell">Review</span><em>, uma revista científica de notícias técnicas pouco ortodoxas. Ele foi co-fundador da Conferência dos <span class="misspell">Hackers</span> que continua sendo realizada, e esteve envolvido no lançamento da <span class="misspell">WELL</span>, um serviço online pioneiro iniciado em 1985. <span class="misspell">Foi</span> autor do</em> best-seller <span class="misspell">New</span> rules for <span class="misspell">the</span> <span class="misspell">new</span> <span class="misspell">economy</span><em> (em português, </em>Novas regras para a nova economia<em>) e do clássico sobre sistemas descentralizados emergentes, </em>Out <span class="misspell">of</span> <span class="misspell">control</span><em> (em português, </em><span class="misspell">Fora</span> de controle<em>). Ele pode ser encontrado pelo <span class="misspell">e-mail</span></em> <span class="misspell">kk</span> arroba <span class="misspell">kk</span> ponto <span class="misspell">org</span><em>.</em></p>
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		<title>O toque de ouro do Guy.</title>
		<link>http://buzz-digital.net/o-toque-de-ouro-do-guy/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 16:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[guy kawasaki]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Se acha que teve uma idéia genial para um novo produto, faça uma PRECE para saber se ele tem as características necessárias para fazer sucesso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Guy Kawasaki*</em></p>
<p>Se eu pudesse simplesmente ganhar dinheiro respondendo a questão: &#8220;Como consigo pessoas para evangelizar o meu produto?&#8221;. Eu simplesmente poderia parar de trabalhar e jogar hockey todos os dias. Mas como sei que não há maneira de ganhar dinheiro partilhando esta resposta, resolvi contar de graça.</p>
<p>A resposta curta se chama &#8220;O toque de ouro do Guy.&#8221; Você pode chegar a pensar que o significado é: &#8220;Qualquer coisa que o Guy toca vira ouro.&#8221; Como eu gostaria que isso fosse verdade. Mas o verdadeiro significado é: &#8220;Qualquer coisa que seja ouro, o Guy toca.&#8221; Memorize isso: a chave para evangelizar é ter um grande produto. É fácil, quase inevitável conseguir catalizar a evangelização para um grande produto. É difícil, ou diria quase impossível, catalizar a evangelização para um produto medíocre. (Antes de mais de nada, evangelismo vem do grego e quer dizer &#8220;trazer boas notícias&#8221; e não &#8220;notícias medíocres.&#8221;)<br />
Este está entre os maiores absurdos que já ouvi: &#8220;Eu acho devemos criar um grande produto.&#8221; Dahhh!!!! Achei que tinha passado pela cabeça criar um produto medíocre. Mas o que importa de verdade é: &#8220;Quais são as características de um grande produto?&#8221;</p>
<p>Aqui vai a resposta.</p>
<p>Pense: <strong>PRECE<br />
</strong></p>
<ul>
<li><strong>Profundo.</strong> Um grande produto é profundo. A sua funcionalidade e características não perdem o sentido após uma semana de uso. Os seus criadores anteciparam o que será necessário no dia em que você quiser ir mais longe com o produto. Na medida em que as suas necessidades ficam mais sofisticadas, você descobre que não precisa de um novo produto.</li>
<li><strong>Recompensador.</strong> Um grande produto é uma luxuosidade. Ele faz com que você se sinta especial quando o compra. Não é o último grito da moda e nem a solução mais barata. Também não é necessariamente um estilo Ferrari que chama atenção pelo exagero, mas lá no fundo você sabe que se auto recompensou por comprar um grande produto.</li>
<li><strong>Elegante.</strong> Um grande produto tem uma interface elegante. As coisas têm que funcionar da maneira que você imagina que elas deveriam. Você não tem que &#8220;brigar&#8221; com o produto para fazer ele funcionar, isso deve acontecer de maneira intuitiva. (Por todos os sucessos da Microsoft e difícil eleger algo que você possa chamar de &#8220;grande produto.&#8221;) Sugiro que se você quiser ver se produto de uma empresa é &#8220;grande&#8221; dê uma olhada <a id="tida" title="nessa apresentação" href="http://presentationzen.blogs.com/presentationzen/2005/11/the_zen_estheti.html" target="_blank">nessa apresentação</a> (em inglês).</li>
<li><strong>Completo.</strong> Um grande produto é muito mais que algo físico. Os manuais contam. O serviço ao cliente conta. Suporte técnico conta. Consultores, fabricantes, desenvolvedores terceirizados e empresas que agregam valor ao produto final contam. Blogar sobre o assunto conta. Um grande produto oferece tudo o que possa orbitar à sua volta para tornar a experiência do consumidor completa, mesmo que necessite recorrer a outras marcas.</li>
<li><strong>Emotivo.</strong>Um grande produto faz você se levantar da cadeira. É tão profundo, recompensador, completo e e elegante que te provoca para contar a outras pessoas. Você não é necessariamente um empregado ou associado da empresa que o produz. Você está apenas trazendo as boas notícias para ajudar os outros e não você mesmo.</li>
</ul>
<p>Se você quer um exemplo de um produto PRECE, basta olhar para um iPod. Profundo: milhares de músicas, podcasts, vídeos, internet, widgets com serviços de outras empresas que agregam valor e que Apple nunca tinha pensado neles. Recompensador: sim, você pode compra um versão barata, mas a satisfação muito maior que o preço, ou não? Completo: integração total que permite a compra online, suporte Apple (mais do que uma bateria ou duas), e suporte online por sites independentes. Elegante: nas versões anteriores um botão redondo estava tudo resolvido, com a evolução do produto para ser utilizado como uma plataforma multimédia eles ganhou uma interface de toque. Emotivo: Como é que você ficou sabendo sobre ele, duvido que foi num anúncio de TV.</p>
<p>Por isso, se você quer verdadeiros evangelistas para o seu produto, tenha a certeza que ele é uma PRECE.</p>
<p><em>*Guy Kawasaki é diretor da <a href="http://www.garage.com/" target="_blank">Garage Technology Ventures</a>, investidor de capital de risco em empresas de tecnologia e colunista da revista Entrepreneur. Antes disso ele trabalhou como diretor de evangelização dos computadores Apple e já escreveu nove livros de gestão e empreendedorismo, entre eles: A Arte de Começar, Teste de Realidade, Regras para Revolucionários e Como Enlouquecer a Concorrência.</em></p>
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		<item>
		<title>Os críticos do VW Tiguan</title>
		<link>http://buzz-digital.net/os-criticos-do-vw-tiguan/</link>
		<comments>http://buzz-digital.net/os-criticos-do-vw-tiguan/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 11:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A Volkswagen acaba de mostrar com uma nova campanha, que já está compreendendo o poder das mídias sociais e para onde caminha a comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Will Gama</p>
<p>A Volkswagen acaba de mostrar com <a href="http://www.thepeoplesreviewer.com/" target="_blank">uma nova campanha,</a> que já está compreendendo o poder das mídias sociais e para onde caminha a comunicação.</p>
<p>Eles lançaram um desafio nas mídias sociais para contratar pessoas do mundo real para fazer as críticas do novo Tiguan. A intenção aqui é gerar buzz à volta do produto e da marca utilizando mídias como Youtube, Blogs, Flickr, Facebook e Twitter.</p>
<p>Este vídeo é só uma das pérolas da criatividade dos consumidores.<br />
<object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/d-6rkF4jobE&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/d-6rkF4jobE&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>A campanha começou com milhares de audições no Youtube a procura de pessoas interessantes que pudessem ser bons críticos. Após a escolha, ensinaram como essas pessoas deveriam utilizar o Facebook, Twitter e Flickr para gerar muito ruído à volta das suas críticas sobre o Tiguan e como consequência ganhar votos durante uma semana enquanto dirigem o Tiguan.</p>
<p>Este é um dos vídeos do ganhador da primeira fase. Uma idéia que o cliente deve estar adorando, é produto, produto e mais produto do início ao fim.<br />
<object width="640" height="385" data="http://www.youtube.com/v/kLzocOJhe0k&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kLzocOJhe0k&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>O crítico vencedor vai levar para casa nada menos que o carro criticado por ele. É um exemplo ótimo de como fazer uma campanha integrada utilizando as redes sociais e o consumidor como gerador de conteúdo útil que pode influenciar diretamente o resultado das vendas.</p>
<p>A ação ainda está acontecendo e você pode <a href="http://www.thepeoplesreviewer.com/" target="_blank">ver o site aqui</a> ou as audições do youtube.  Parabéns a <a href="http://blogs.tribalddb.co.uk/" target="_blank">Tribal DDB de Londres</a> pela excelente campanha.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como usar o Twitter de maneira útil.</title>
		<link>http://buzz-digital.net/como-usar-o-twitter-de-maneira-util/</link>
		<comments>http://buzz-digital.net/como-usar-o-twitter-de-maneira-util/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[guy kawasaki]]></category>

		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://buzz-digital.net/?p=251</guid>
		<description><![CDATA[Se você se interessa pelo uso do Twitter de uma maneira comercial, continue lendo. Se não for o caso, você pode continuar enviando e recebendo mensagens sobre as cambalhotas dos teus gatos ou a fila do Starbucks.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-269" title="twitter-open1" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/07/twitter-open1.jpg" alt="twitter-open1" width="670" height="286" /></p>
<p><em>por Guy Kawasaki*</em></p>
<p>Talvez eu consiga tirar maior proveito que qualquer outra pessoa no planeta porque uso o Twitter como uma ferramenta, mais especificamente uma ferramenta de marketing para o meu site <a title="http://alltop.com/" href="http://alltop.com/" target="_blank">Alltop</a> e o meu livro <a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/1591842239/guykawasakico-20" target="_blank">Reality Check</a>.<br />
Se você se interessa pelo uso do Twitter de uma maneira comercial, continue lendo. Se não for o caso, você pode continuar enviando e recebendo mensagens sobre as cambalhotas dos teus gatos ou a fila do Starbucks.</p>
<p><strong>Esqueça os “influentes.</strong>” Você deveria acreditar que produtos e serviços alcançam massa crítica porque meros mortais espalham a palavra por você. Isso vai contra a sabedoria comum que diz precisarmos apenas de meia dúzia de pessoas influentes para definir o que maioria dos simples mortais devem adotar. No mundo online, isso pode incluir o Mike &#8220;eu posso ficar uma semana sem usar o Twitter&#8221; Arrington, Robert Scoble, Seth Godin e até mesmo eu. A fé nos influentes diminuiu por que a internet colocou todos no mesmo nível e democratizou a informação. Os influente não têm tanto acesso ou conhecimento privilegiado como você pode achar. Tudo devido ao crescimento dos websites, blogs e claro o próprio Twitter. Não significa que você não deve se preocupar com as pessoas influentes, até porque eles podem ajudar com os que valorizam eles. Mas grave as minhas palavras: (a) os &#8220;zé ninguéns&#8221; são os novos &#8220;alguéns&#8221;, e (b) é melhor ter um exército de &#8220;zé ninguéns&#8221; dedicados do que alguns influenciados pelos &#8220;alguéns&#8221;. O que a maioria dos &#8220;alguéns&#8221; pode fazer por você é aumentar vertiginosamente o seu tráfego por um dia. Só mais uma coisa: se &#8220;zé ninguéns&#8221; suficientes gostarem do que você faz, o &#8220;alguéns&#8221; não vão ter outra escolha que não seja escrever sobre você. Nesse sentido o barulho feito pelos &#8220;zé ninguéns&#8221; vai ser tão grande que chamará a atenção dos &#8220;alguéns&#8221; e não vice versa.<br />
<strong><br />
Desfocar os esforços.</strong> O objetivo é atingir muita gente porque você não sabe quem pode e vai te ajudar. Se você soubesse exatamente quem eles eram e o que poderiam fazer por você era só focar neles e então voltaríamos a focar nos influentes, embora estes fossem menos conhecidos. O complicado é que desfocar não é algo simples, a não ser que você tenha uma maneira barata e instantânea de alcançar um grande número de pessoas. E não há nada melhor em questão de custo do que o Twitter para fazer isso.<br />
<strong><br />
Consiga o máximo de seguidores que você puder. </strong>Eu recentemente expliquei o que faço para conseguir mais seguidores. Clique <a href="http://blog.guykawasaki.com/2008/11/looking-for-m-1.html" target="_blank">aqui</a> (em inglês) para ler sobre os meus métodos. Ignore as pessoas que dizem para focar apenas na qualidade e não na quantidade de seguidores. Eles estão tentando fazer amigos e não utilizam o Twitter como uma ferramenta. E verdade seja dita, só há dois tipo de usuários no Twitter: os que querem mais seguidores e os que mentem. Você pode me seguir <a href="http://twitter.com/guykawasaki" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-278" title="twitter2" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/07/twitter2.jpg" alt="twitter2" width="300" height="325" />A razão pela qual você quer mais seguidores é a lei dos grandes números: </strong>quanto mais seguidores, quanto mais pessoas falando sobre o que você faz, maior a sua chance de atingir o ponto de viragem. Se você acha que &#8220;conhece&#8221; exatamente quais serão as pessoas que vão te ajudar, você está se iludindo. Você também vai se deparar com a questão de qual deveria ser o nome mais apropriado para o seu Twitter, um nome pessoal ou da sua empresa. Eu tenho guykawasaki e Alltop, o segundo é porque prefiro me prevenir de ter o nome do meu negócio sequestrado. Minha teoria é que as pessoas têm maior probabilidade de seguir uma pessoa do que uma empresa, por isso 99% da minha atenção vai para a minha conta guykawasaki. O outro motivo para investir mais no meu nome é que talvez um dia eu venda a minha empresa e consequentemente a minha conta do Twitter vai junto. Se você utilizar o seu nome, sugiro que não fale apenas da sua empresa, você tem a obrigação moral de ser muito mais abrangente do que isso. Você pode ver o que faço <a href="http://search.twitter.com/search?q=from%3Aguykawasaki" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Monitore o que as pessoas estão a dizer sobre você, sua empresa ou o seu produto.</strong> Você pode usar <a href="http://search.twitter.com/" target="_blank">esse</a> motor de busca do Twitter. Certifique-se de gravar as suas buscas para não ter que repetir sempre os termos que utiliza. Ou então você pode utilizar o <a href="http://tweetdeck.com/beta/" target="_blank">Tweetdeck</a> para criar uma busca. Por exemplo, eu monitoro estes termos (guykawasaki, Guy Kawasaki ou Alltop)  para seguir o que as pessoas estão falando sobre mim e o Alltop. Você também pode usar o <a href="http://www.twilert.com/" target="_blank">Twilert</a> para receber avisos por email de resultados de buscas, muito parecido com o Google Alertas. Sempre que encontrar situações semelhantes às seguintes já sabe o que deve fazer:<br />
•    As pessoas estão revoltadas: ajude<br />
•    As pessoas estão confusas: ajude<br />
•    As pessoas têm perguntas: ajude<br />
•    As pessoas estão felizes: espalhe para o mundo<br />
E você vai descobrir o quanto as pessoas ficam encantadas por ter um contato com a empresa e não interessa o mau início que a relação teve, normalmente eles viram fãs e evangelizadores das marcas.  Pelo simples fato de monitorar o que as pessoas estão dizendo, você já está utilizando o Twitter melhor do que 95% das empresas por aí.</p>
<p><em>Posso partilhar uma história engraçada? Uma vez falei com um grupo de pessoas da área de mídia social de algumas grandes empresas. Uma delas era da United Parcel Service e me disse que as suas buscas no Twitter eram ineficientes, porque as três letras juntas UPS apareciam em muitas palavras (startups, meetups, etc). Pouco convencido com aquilo fiz uma busca com UPS na frente de uma platéia inteira e o primeiro tweet que apareceu foi uma reclamação sobre o serviço de entregas da UPS. Aquilo causou um grande ohhhhhh na audiência.</em></p>
<p><strong>Peça ajuda. </strong>Não fique envergonhado na hora de pedir para que as pessoas ajudem a espalhar a notícia. Porque se eles gostam do que você faz, eles irão fazer com o maior prazer. Se não gostarem não farão. Tão simples e transparente como isso. Se você não pedir eles provavelmente não vão ajudar. Infelizmente (ou talvez felizmente para alguns de nós), muitas pessoas não têm coragem suficiente para pedir ajuda. O Alltop não seria nada parecido com o que é se não fosse a comunidade do Twitter. Os usuários do Twitter sugerem novos tópicos, além de sites e blogs para serem inseridos nos mesmos. Muito foram bastante longe, ao ponto de criarem uma coleção completa de feeds para o tópico. E ao mesmo tempo eles também nos ajudam a divulgar o site. Que sorte!</p>
<p><strong>Facilite a publicação dos seus tweets.</strong> <a href="http://twitterfeed.com/" target="_blank">Twitterfeed</a> é um serviço onde qualquer feed RSS pode aparecer automaticamente como um tweet seu. Os blogueiros fazem isso, sempre que publicam um novo artigo é enviado um novo tweet para os seus seguidores no Twitter. Resolvi passar ao nível seguinte e pedi ao Mario Menti, criador do Twitterfeed, para fazer uma página especial onde as pessoas pudessem acessar e autorizar que publicássemos automaticamente as novidades do Alltop como fossem seus tweets, em outras palavras as pessoas passam a ser o nosso meio de comunicação. Aproximadamente 177 pessoas fizeram. Para ter uma idéia melhor do que isso significa: 177 pessoas concordaram em republicar todas as novidades do Alltop como se fossem seus teewts. Só isso já levou os tweets automatizados para um novo patamar. Um pouco depois disso foi lançado o meu livro Reality Check e resolvi oferecer uma cópia grátis para todas as pessoas que autorizassem o Alltop Twitterfeed. Mais 280 pessoas passaram a fazer parte, chegando a um total de aproximadamente 450 pessoas.<br />
Nós fizemos as contas e essas 450 pessoas representavam um total de 140.000 seguidores. Isso significa que qualquer novo tweet que publicássemos alcançaria 140.000 seguidores. Claro que no final haviam usuários repetidos (ver próxima seção), mas isso era a mãe do Retweeting.<br />
Neste exato momento você deve estar se perguntando, &#8220;Por que as pessoas ajudariam o Guy desta maneira?&#8221; A resposta é que estes evangelistas do Alltop vêem a divulgação das novidades do Alltop como um serviço para os seus seguidores. Eles acreditam que as informações do Alltop são boas, úteis e vão ajudar os seus seguidores. Por isso, a primeira motivação não é um livro de $30, mas a satisfação de ajudar os outros. Esta é uma lição muito importante: as pessoas têm que acreditar que o produto que você está oferecendo é bom para os seguidores deles, se isso acontecer eles vão confiar em você.<br />
<strong><img class="alignleft size-full wp-image-280" title="twitter11" src="http://buzz-digital.net/wp-content/uploads/2009/07/twitter11.jpg" alt="twitter11" width="273" height="271" /><br />
Crie uma lista de emails. </strong>Voltando a questão de chegar a 140.000 seguidores através dos tais 450 é que muito provavelmente vão acontecer repetições de contatos. Eu comecei a receber 5 reclamações por dia, o que ainda posso considerar um bom resultado tendo em conta que o número total era supostamente de 140.000 exposições. O resultado já era suficientemente positivo. Eu poderia lidar tranquilamente com as reclamações, o problema é que eu não tinha como lidar com as consequências de um Republicano receber tweets do <a href="http://obama.alltop.com/" target="_blank">Obama.alltop</a>. E na verdade, meu receio maior era que algum dia os seguidoras de uma pastora se pergutassem o porque de estarem recebendo tweets dela do <a href="http://hunting.alltop.com/" target="_blank">Hunting.alltop</a> (tópico sobre caça), <a href="http://buddhism.alltop.com/">Buddhism.alltop</a> ou então <a href="http://pregnancy.alltop.com/">Pregnancy.alltop</a> (gravidez).<br />
Claramente algumas das pessoas precisavam selecionar que tipo de assunto estavam interessados para evitar situações constrangedoras. Alguns dos seguidores também começaram a perder seguidores devido a frequência das atualizações do Alltop (normalmente 3 ou 4 por dia). A minha intenção nunca foi que essas pessoas perdessem seguidores e se há alguém que tem trauma de perder seguidores, esse sou eu.</p>
<p><em>Posso te contar uma outra história? Sim, algumas das 450 pessoas perderam seguidores devido aos tweets do Alltop, mas muitos me disseram que vários dos seus seguidores acharam os tweets do Alltop mais interessantes que os tweets enviados antes e isso criou uma maior interação com os seguidores que ficaram. Isso é a seleção natural. Aqueles que realmente interessam para a nossa marca acabam ficando.</em></p>
<p>Para resolver o problema nós criamos o uma lista de emails Alltop Notícias e Comunicados e através desta lista nós anunciamos todos os novos tópicos criados. Através desta lista deixamos que os usuários decidam se querem ou não publicar seus tweets com esse novo tópico. Nós comunicamos os 450 usuários do Twitterfeed sobre a novidade, por isso eles poderiam deixar de usar o mecanismo do Twitterfed e passar a utilizar o email. Abrimos uma lista na noite anterior do dia de Ação de Graças e nos seis dias seguintes 600 pessoas aderiram ao serviço. O resultado foi surpreendentemente alto, embora o mais interessante tenha sido o fato de apenas 50 dos 450 usuários do Twitterfed tenham deixado de utilizar o serviço e optaram pelo email. Eu achava que a maioria das pessoas desapareceriam ou passariam a usar apenas o email. Você já deve ter ouvido dizer que sinergia é quando 2+2=5. A sinergia do Twitter é 450-50=1000  porque quando oferecemos uma opção aos já existentes, novas pessoas aparecem. O email permitiu alcançar pessoas que tinham receio em autorizar retweet automático mas queriam ajudar de alguma maneira. Obrigado Deus&#8230;</p>
<p><strong>Facilite o “publique no Twitter.”</strong> Um dia conheci a Rashmi Sinha, a CEO do <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">Slideshare</a>. Estivemos falando de como ela aumentou o tráfego da sua página e ela disse que ter um link &#8220;publique no Twitter&#8221; era o mecanismo mais eficiente que havia. Quando as pessoas estão vendo páginas engraçadas no Slideshare como<a href="http://www.slideshare.net/RowanManahan/ooooold" target="_blank"> esta</a>, eles podem clicar no link &#8220;publique no Twitter&#8221; que está logo abaixo à imagem e abre uma nova janela pré-configurada que permite enviar o tweet a todos os seus seguidores. De acordo com ela, este é o modo mais eficiente entre as várias opções para re-encaminhar mensagens. Eu achei a idéia fabulosa e claro que copiei. Agora existe um &#8220;publique no Twitter&#8221; em todas os tópicos do Alltop. Aproximadamente 20 pessoas por dia fazem isso. Na média eles têm 350 seguidores, o que gera uma média de 7000 exposições por dia.</p>
<p><strong>Ofereça um serviço de aconselhamento.</strong> Isso é algo que eu não faço, mas se o meu negócio fosse ecommerce, faria com certeza. Você pode criar ofertas especiais para os seguidores, veja <a href="http://www.invokemedia.com/invoke-presents-brightkit-%E2%80%93-the-ultimate-twitter-toolbox/" target="_blank">aqui</a> por exemplo o que faz a Amazon e <a href="http://search.twitter.com/search?q=from%3Awholefoods" target="_blank">aqui</a> a Whole Foods. Ou então veja <a href="http://cheaptweet.com/" target="_blank">aqui</a> o canal de promoções do Twitter. Vai encontrar promoções de empresas que usam o Twitter e também oportunidades encontradas por outros usuários (provavelmente algum funcionário da empresa atuando como usuário comum do Twitter).<br />
Como é que alguém pode não gostar de algo como o Twitter na hora que precisa de algo rápido, grátis e de longo alcance na hora de lançar uma promoção especial? (dica: se você precisa autorizar várias pessoas a publicarem através do mesmo profile ou agendar novas postagens, <a href="http://www.invokemedia.com/invoke-presents-brightkit-%E2%80%93-the-ultimate-twitter-toolbox/" target="_blank">verifique este serviço</a>.</p>
<p><strong>Diga aos insatisfeitos para abandonarem o barco.</strong> Algumas pessoas vão discordar desta maneira de utilizar o Twitter. Não deixe que isso o incomode, porque em algum momento, há sempre alguém que incomoda alguém no Twitter. Deixe as coisas claras. Se eles não gostam do que você faz, diga que parem de o seguir e fim de conversa. Seguir você no Twitter é uma opção.</p>
<p>Isso é como eu vejo o Twitter. Espero que a comunidade do Twitter o ajude tanto quanto me ajudou e também o Alltop. Com algum esforço você pode ver o Twitter como eu vejo: a melhor ferramenta de marketing criada nos últimos anos.</p>
<p><em>*Guy Kawasaki é diretor da <a href="http://www.garage.com/" target="_blank">Garage Technology Ventures</a>, investidor de capital de risco em empresas de tecnologia e colunista da revista Entrepreneur. Antes disso ele trabalhou como diretor de evangelização dos computadores Apple e já escreveu nove livros de gestão e empreendorismo, entre eles: A Arte de Começar, Teste de Realidade, Regras para Revolucionários e Como Enlouquecer a Concorrência.</em></p>
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		<title>Será a evolução do press release?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 14:45:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[A Amazon acaba de comprar a Zappos, maior loja de sapatos online do mundo pela módica quantia de 847 milhões de dólares. E para mostrar que vai ser um patrão tão boa gente como o Tony Hsieh,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Will Gama</em></p>
<p>A Amazon acaba de comprar a Zappos, maior loja de sapatos online do mundo pela módica quantia de 847 milhões de dólares. E para mostrar que vai ser um patrão tão boa gente como o Tony Hsieh, ele enviou este vídeo para todos os colaboradores da Zappos para se apresentar e falar um pouco da história da Amazon. É curiosa a maneira informal como ele se apresenta, num lugar que parece o quintal de casa e com direito à sua risada engraçada. Sem dúvida muito mais eficiente que uma carta fria de duas páginas. Será que é a evolução do press release? (vídeo em inglês sem legendas)</p>
<p><object width="660" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-hxX_Q5CnaA&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-hxX_Q5CnaA&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Realidade aumentada em baixo da terra.</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 09:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buzzdigi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Realidade Aumentada]]></category>

		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem um iPhone 3GS e vai viajar brevemente para Nova Iorque, provavelmente terá a possibillidade de experimentar um dos aplicativos mais interessantes lançados até agora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/U2uH-jrsSxs&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/U2uH-jrsSxs&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>A empresa Acrossair está lançando um dos primeiros aplicativos de realidade aumentada para o iPhone. Com o nome de <em>Nearest Tube </em>(metrô mais próximo) o aplicativo criado para tirar proveito do GPS do iPhone 3GS, permite que a qualquer momento você saiba quais são as linhas que estão mais próxima e para que direção você deve ir, basta colocar o iPhone na altura do peito e numa posição paralela ao chão. Mais fácil impossível. Por isso esqueça aqueles mapas com dezenas de dobras que após a primeira vez aberta nunca mais volta a ser o mesmo. Ah, por agora só estará disponível em Nova Iorque.</p>
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